quinta-feira, 5 de maio de 2011
Fred Weasley [Luto Eterno]
Quantos risos quantas travessuras e quantas emoçoes vivemos na frente de cada livro lido?se um dia vivemos isso tudo,foi por sua causa,momentos de alegrias,momentos de tristezas e ate mesmo momentos de rebeldia enfim...momentos que nunca esqueceremos,ate hoje me pergunto o porque J.K teve que te matar de uma maneira tao cruel,tao irracional?sao perguntas uqe nunca teremos respostas,perguntas que nunca sairam de nossas cabeças,mais uma coisa e certa,Vivo ou Morto voce sempre estara em nossos coraçoes em nossos pensamentos.Nunca chegaremos a dizer Adeus realmente.
Severo Snape [Luto Eterno]
De alguma forma eu sempre confiei em Voce,Um Homem que sempre causou muitas duvidas e que no final surpreendeu a todos de uma forma totalmente inesperada.
sentimos muito Snape,Voce merece nossa admiraçao por seus grandes feitos.
sentimos muito Snape,Voce merece nossa admiraçao por seus grandes feitos.
Dobby [Luto Eterno]
hoje decidi fazer uma postagen especial... uma homenagem ao personagem Dobby dos livros de Harry Potter... Elfo doméstico que pertencia a Lúcio Malfoy e que ajudou Harry Potter. Posteriormente foi libertado por Harry e foi trabalhar em Hogwarts. Dobby (nascido em 28 de Junho) é um personagem ficcional da série de livros Harry Potter e inspirado nos elfos do folclore. Diferente de Winky e da maioria dos elfos domésticos, ele queria ser libertado. Enquanto trabalhava para os Malfoy foi forçado a guardar muitos segredos das trevas.
Dobby apareceu pela primeira vez em Harry Potter e a Câmara Secreta. Ele pertencia à família Malfoy e sabia do plano de Lúcio Malfoy em reabrir a Câmara Secreta usando o Diário de Tom Riddle.
O fim
"- Dobby! - berrou ela, e até Belatriz parou. - Você! Você fez o lustre cair...
O pequeno elfo entrou na sala, o dedo trêmulo apontando para sua antiga senhora.
- Não deve ferir Harry Potter - guinchou.
- Mate-o, Cissa! - guinchou Belatriz, mas houve outro forte estalo, e a varinha de Narcisa também voou pelo ar e caiu do lado oposto da sala.
- Seu macaquinho imundo! - vociferou Belatriz. - Como ousa tirar a varinha de uma bruxa, como ousa desafiar os seus senhores?
- Dobby não tem senhores! - guinchou o elfo. - Dobby é um elfo livre, e Dobby veio salvar Harry Potter e seus amigos!
A cicatriz de Harry estava cegando-o de dor. Vagamente, ele sabia que tinha momentos, segundos apenas, até Voldemort chegar.
- Rony, pegue... e VÁ! - berrou, atirando uma das varinhas para o amigo; abaixou-se para puxar Grampo debaixo do lustre. Levando ao ombro o duende, que ainda gemia, agarrado à espada, Harry segurou a mão de Dobby e rodopiou para desaparatar. Ao mergulhar na escuridão, teve um último vislumbre da sala: as figuras pálidas e imóveis de Narcisa e Draco, um risco vermelho que eram os cabelos de Rony, e um borrão de prata que voava, a faca de Belatriz arremessada pela sala contra o lugar em que ele estava
desaparecendo...
A casa de Gui e Fleur... O Chalé das Conchas... a casa de Gui e Fleur...
Ele desaparatara para o desconhecido; só lhe restava repetir o nome do seu destino, na esperança de que isso fosse suficiente para levá-lo até lá. A dor em sua testa transpassava-o, e o peso do duende sobrecarregava. Sentia a espada de Gryffimdor bater contra suas costas; a mão de Dobby puxou a dele. Harry imaginou que o elfo talvez estivesse querendo assumir a desaparatação, levá-los na direção certa, e tentou, apertando seus dedos, indicar que concordava...
Eles, então, pisaram em terra firme e sentiram um cheiro de humidade no ar. Harry ajoelhou-se, largando a mão de Dobby e tentando baixar Grampo gentilmente no chão.
- Você está bem? - perguntou, quando o duende se mexeu, mas o duende apenas gemeu.
Harry apertou os olhos para enxergar na escuridão. Parecia haver um chalé a uma curta distância, sob um vasto céu estrelado, e ele achou que via um movimento do lado de fora.
- Dobby, aquele é o Chalé das Conchas? - sussurrou, segurando as duas varinhas que trouxera da casa dos Malfoy, pronto para lutar, se fosse necessário. - Viemos para o lugar certo? Dobby?
Ele olhou para os lados. O pequeno elfo estava a alguns passos apenas.
- DOBBY!
O elfo oscilou levemente, as estrelas se refletiram em seus grandes olhos brilhantes. Juntos, ele e Harry olharam para o cabo de prata da faca espetada no peito arfante do elfo.
- Dobby... não... SOCORRO! - berrou Harry em direção ao chalé, às pessoas que se moviam lá. - SOCORRO!
Ele não sabia nem se importava se eram bruxos ou trouxas, amigos ou inimigos; só se importava com a mancha escura que se espalhava pelo peito de Dobby, e que o elfo estendera os braços finos para Harry com um olhar súplice. Harry segurou-o e deitou-o de lado no capim fresco.
- Dobby, não, não morra, não morra...
Os olhos do elfo encontraram os seus e seus lábios se mexeram em um esforço para formar palavras.
- Harry... Potter...
E, então, com um tremor, o elfo ficou muito quieto e seus olhos eram apenas grandes globos vítreos salpicados com a luz das estrelas que eles já não podiam ver."
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Quatro Casa de Hogwarts
As Casas de Hogwarts funcionam como se fossem a família de cada estudante. Seus acertos, seja por respostas corretas nas aulas, seja por bons atos, lhes rendem pontos. Já seus erros nas aulas ou transgressões às regras fazem com que percam pontos. No fim do ano a Casa com mais pontos ganha a Taça das Casas. Os quatro fundadores de Hogwarts fundaram também suas casas, onde só admitiam aqueles com as qualidades que prezavam. As casas e seus respectivos fundadores são:
Grifinória : fundada por Godrico Gryffindor, que prezava a coragem e o passado marcado por nobres feitos. Suas cores são vermelho e dourado e seu animal símbolo é um leão, apesar do nome original da casa, Gryffindor indicar um grifo
Corvinal: fundada por Rowena Ravenclaw, que prezava a sagacidade acima de tudo. Suas cores são azul e bronze e o animal símbolo é a águia, apesar de o nome Ravenclaw conter a palavra corvo (raven). Uma característica muito notada nos integrantes da casa Corvinal, mas que não é dita como uma característica específica da casa nos livros, é a beleza, quebrando o estereótipo de que "beleza e inteligência não se misturam".
Sonserina : fundada por Salazar Slytherin, que era astuto, qualidade que apreciava em seus educandos. A parte majoritária dos bruxos das trevas pertenceu à Sonserina, incluindo Voldemort, o que não quer dizer que a todos os membros falte o caráter. Salazar Slytherin também só aceitava alunos de ancestralidade bruxa, ou seja, puros-sangue, embora essa não seja uma regra, visto que Voldemort e Snape eram mestiços. Além disso, J.K. Rowling planejou criar uma personagem sonserina chamada Mafalda que seria nascida-trouxa, mas voltou atrás, criando a personagem Rita Skeeter, que teria a mesma serventia de Mafalda (trazer informações aos personagens principais). Suas cores são verde e prateada, e o animal símbolo, a serpente, já que Slytherin era capaz de se comunicar com as cobras
Lufa-Lufa : fundada por Helga Hufflepuff, que disse que aceitaria a todos e ensinaria o que pudesse. Helga era uma mulher leal, honesta e aplicada, e valorizava essas qualidades em seus alunos. Além disso, seus alunos são justos e generosos. Suas cores são amarelo e preto, e seu animal símbolo, o texugo. Muitos alunos de Hogwarts, especialmente os da Casa Sonserina, não gostam muito desta casa por considerarem seus membros como sendo "babacas" ou "tolos".
Hogwarts
A Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, ou simplesmente Hogwarts, é um internato fictício de magia para bruxos e bruxas com idades entre onze e dezessete anos. É o palco principal para os primeiros seis livros da série Harry Potter, de J.K Rowling, cada livro equivalendo a um ano letivo. No volume derradeiro da série, Harry Potter e as Relíquias da Morte, no entanto, a maior parte da história se passa fora de Hogwarts, uma vez que os personagens principais, Harry Potter, Rony Weasley e Hermione Granger não atendem ao sétimo e último grau de ensino (embora Rowling tenha declarado que Hermione retorna à escola depois dos acontecimentos descritos em Harry Potter e as Relíquias da Morte para prestar os seus exames de Nível Incrivelmente Exaustivo em Magia). A batalha climática do livro e da série, no entanto, ocorre em Hogwarts.
Obrigada por ter dado magia à minha vida. Obrigada por ter me ensinado o verdadeiro significado do amor, da amizade, da perseverança. Muito obrigada por ter escrito os melhores livros que eu já li. Muito obrigada por ter feito os personagens que mais me marcaram. Muito obrigada por ter me dado amigos. Muito obrigada por ter me ensinado lições que ninguém mais poderia ensinar. Muito obrigada por ser um exemplo de vida. Você me deu mais do que palavras, você me deu mais do que a série que mudou a minha vida. Você me deu algo que jamais nada poderá substituir, você me mostrou a realidade, num mundo de magia. Você me mostrou que não devemos viver sonhando e se esquecer de viver. Que não devo ter pena dos mortos, mas sim dos vivos, e sobretudo daqueles que vivem sem amor. Você me mostrou que o amor é o maior poder que existe. Você me completou com a saga que mudou a minha vida, definitivamente. E não vão ser dentinhos afiados que vão te tirar do seu posto, rainha sempre
— Avada Kedavra!
— Expelliarmus!
O estampido foi o de um tiro de canhão e as chamas douradas que jorram entre as duas, no centro absoluto do círculo que eles tinham descrito, marcaram o ponto em que os feitiços colidiram. Harry viu o jato verde da maldição de Voldemort ir de encontro ao seu próprio feitiço, viu a Varinha das Varinhas voar para o alto, escura contra o nascente, girar pelo céu encantado como a cabeça de Nagini, girar pelo ar em direção ao senhor que se recusava a matar e que viera, enfim, tomar legitimamente posse dela. E Harry, com a habilidade infalível de um apanhador, agarrou a varinha com a mão livre ao mesmo tempo que Voldemort caía para trás de braços abertos, as pupilas ofídicas dos olhos vermelhos virando para dentro. Tom Riddle bateu no chão com uma finalidade terrena, seu corpo fraco e encolhido, as mãos brancas vazias, o rosto de cobra apático e inconsciente. Voldemort estava morto.
(Harry Potter e as Relíquias da Morte - A falha no Plano, pág. 578)
O estampido foi o de um tiro de canhão e as chamas douradas que jorram entre as duas, no centro absoluto do círculo que eles tinham descrito, marcaram o ponto em que os feitiços colidiram. Harry viu o jato verde da maldição de Voldemort ir de encontro ao seu próprio feitiço, viu a Varinha das Varinhas voar para o alto, escura contra o nascente, girar pelo céu encantado como a cabeça de Nagini, girar pelo ar em direção ao senhor que se recusava a matar e que viera, enfim, tomar legitimamente posse dela. E Harry, com a habilidade infalível de um apanhador, agarrou a varinha com a mão livre ao mesmo tempo que Voldemort caía para trás de braços abertos, as pupilas ofídicas dos olhos vermelhos virando para dentro. Tom Riddle bateu no chão com uma finalidade terrena, seu corpo fraco e encolhido, as mãos brancas vazias, o rosto de cobra apático e inconsciente. Voldemort estava morto.
(Harry Potter e as Relíquias da Morte - A falha no Plano, pág. 578)
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